Informática migrando da operação para a inteligencia

7 de Outubro de 2008 @ 08:45 por Mauro

thinkHead2 - thinkHead2

Que a informática é vital para a operação das empresas já é um fato incontestável; agora as empresas estão constatando que a informática como ferramenta de inteligência será também imprescindível.

Nos primórdios os empresários relutaram em informatizar seus negócios, agora é a vez de relutarem em passar a “inteligencia” do negócio para os computadores.

Um ponto importante é tentar não passar a idéia de que a “inteligência” em questão não significa que os gestores irão passar a ser peças descartáveis e que os computadores dominarão a empresa (ao estilo de “Exterminador do futuro - 1,2,3…”).

O que se busca com a “inteligência”, ou BI (Business Intelligence) é fazer com que além de emitir pedidos de compra e venda, manter os saldos de estoque e outras tarefas operacionais, o sistema monitore e alerte os responsáveis de condições que necessitem de uma decisão por fugirem de uma regra definida pelos próprios gestores.

Um exemplo seria o caso de um orçamento que define que se gastará em material de limpeza um determinado valor e este valor está próximo de ser atingido ainda no inicio do mês. Neste caso o sistema emitiria um alerta aos responsáveis para que avaliassem se o caso é uma falha de planejamento, uma necessidade não prevista, mas necessária, ou uma avaliação errada do solicitante. Veja que neste caso o sistema apenas foi “inteligente” para notar um desvio numa regra pré-estabelecida, mas a decisão final será dos profissionais.

A seguir reproduzo um artigo comentando sobre a implantação de BI na Freios Controil, publicado pela Decision Report. Boa leitura!

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Falta de mão-de-obra freia empresas em emergentes, diz relatório

30 de Setembro de 2008 @ 10:11 por Mauro

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Levantamento ouviu mais de 1,3 mil executivos em 15 países, entre eles o Brasil.

Um levantamento realizado pela consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU, na sigla em inglês) afirma que executivos acreditam que o principal empecilho para o crescimento de suas empresas nos países emergentes é a falta de mão-de-obra qualificada.

Mais de 1,3 mil executivos foram ouvidos no levantamento, que é um dos maiores já realizados sobre como as empresas avaliam as condições que enfrentam para fazer negócios em 15 países emergentes, entre eles o Brasil.

Quase um em cada quatro executivos, 23% deles, diz acreditar que a falta de mão-de-obra qualificada é um grande problema para suas empresas nesses países.

Cerca de 75% dizem acreditar que esse é pelo menos um empecilho de importância moderada.

Além da falta de mão-de-obra qualificada, os executivos também apontaram preocupação com a instabilidade política e a falta de solidez macroeconômica nos países pesquisados ao dizer que esses fatores impedem o crescimento de suas empresas.

Otimismo

O levantamento da EIU foi detalhado no relatório Ahead of the game: Succeeding in emerging markets (”Na Frente no Jogo: Tendo Sucesso em Mercados Emergentes”, em tradução livre).

O documento apresenta também uma explicação dos executivos para o sucesso de empresas que operam em países em desenvolvimento.

Mais da metade deles (56%) diz que o segredo do sucesso é a qualidade de seus produtos ou serviços.

Preços competitivos e o forte apelo da marca foram considerados os fatores mais importantes por 41% e 24% dos ouvidos, respectivamente.

Os executivos mostraram otimismo em relação às perspectivas de bons negócios nos países emergentes. A maioria deles (87%) diz acreditar que as receitas de suas empresas vão crescer nesses países nos próximos dois anos e 79% afirmam que seus lucros vão aumentar.

Eles também enxergam uma tendência de queda dos riscos para se fazer negócios em todas as regiões pesquisadas como um todo, com algumas exceções individuais em certos países.

A pesquisa, realizada na África do Sul, em Angola, na Arábia Saudita, no Brasil, na China, no Chile, no Egito, nos Emirados Árabes Unidos, na Índia, no México, na Nigéria, na Polônia, na Rússia, na Tailândia e na Turquia, foi patrocinada pela empresa britânica BT, do setor de telecomunicações.

Fonte : BBC no G1

!! 16 anos !!

28 de Setembro de 2008 @ 00:00 por Mauro

No dia 01 de setembro de 1992 Barbosa Lima Sobrinho entrega à Câmara dos Deputados o pedido de impeachment contra o presidente Collor; no dia em 29 de setembro o Congresso Nacional do Brasil aprova o impedimento do presidente Fernando Collor de Mello. O vice-presidente Itamar Franco assume a presidência em exercício.

No dia 28 de setembro do mesmo ano a SANNA Consultoria Empresarial é constituída, acreditando no potencial de evolução e crescimento da nação e na necessidade de assessorar o meio empresarial, de forma bem prática e objetiva, principalmente no clima turbulento em que o País se encontrava.

viva - viva

Hoje, 28 de setembro de 2008, passados 16 anos, o Brasil evoluiu, não sem as cotas de sacrifício que eram esperadas; alguns negócios não resistiram, mas boa parte dos remanescentes está mais bem estruturada e integrada à economia global. O empresariado passou a compreender a importância de se manter sempre atualizado com as modernas técnicas de gestão disponíveis, e até mesmo a exigir soluções específicas para aumentar a eficiência e fazer frente à concorrência internacional.

A SANNA entende que, além da busca por maior rentabilidade, as empresas passaram a buscar diferenciais para conquistar seus mercados, com destaque:

  • Credibilidade - Força e reconhecimento da marca, capacidade, e qualidade
  • Tangibilidade - Instalações, equipamentos, e material de comunicação
  • Prestatividade - Disposição em ajudar o cliente
  • Segurança - Confiança e pontualidade
  • Empatia - Atenção e carinho para com cada tipo de cliente, clima de parceria e respeito
  • Respeito ao meio ambiente e ao meio social
  • Estes diferenciais norteiam as técnicas de gestão empregadas pela SANNA em seus serviços desde o início. Continuamos com o compromisso de nos mantermos atualizados com relação a tudo que possa agregar ainda mais na excelência empresarial, seja diretamente ou por meio de parcerias comerciais.

    Agradecemos a todos os colaboradores, parceiros, clientes e amigos pela confiança depositada ao longo desses 16 anos e esperamos poder continuar a contribuir para o sucesso de todos.

    Cordialmente

    Mauro Gherpelli e Murched Sanna – sócios fundadores

    BI em uma nova Era

    18 de Setembro de 2008 @ 08:28 por Mauro

    thinkHead2 - thinkHead2
    Considerando que o termo Business Intelligence (BI) foi criado em 1989 para descrever um conjunto de conceitos que melhoram a tomada de decisões, utilizando sistemas de suporte baseados na análise de dados e fatos, e que de lá para cá muitas organizações já fizeram investimentos expressivos em BI , falar sobre o tema ou explicar a utilidade dessas ferramentas poderia parecer “chover no molhado”. E de fato seria, embora algumas pequenas e médias empresas estejam apenas ingressando nesta arena da análise de dados em favor de negócios e decisões acertadas.

    A questão, porém, é que o mercado, imerso hoje em uma quantidade caótica de dados externos na internet e em que bilhões de pessoas conectadas utilizam ferramentas online, conhecidas como wikis, redes sociais e todos os recursos de colaboração oferecidos pela Web 2.0, precisa urgentemente de uma nova geração de ferramentas e soluções de BI que permitam a integração e análise de dados intraempresariais, interempresariais e externos.

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    Consumidores são mais pão-duros quando pagam à vista, diz estudo

    9 de Setembro de 2008 @ 07:35 por Mauro

    reduzircustos - reduzircustos

    Quatro estudos americanos sugerem que consumidores acabam gastando menos quando pagam à vista, em relação a quando pagam usando crédito.

    Além disso, elas também gastam menos quando precisam estimar seus gastos de forma mais detalhada, indicam as pesquisas.

    “Quanto mais transparente o fluxo de dinheiro, maior a aversão ao gasto, ou maior a ‘dor do gasto’”, resumiram os pesquisadores, em um artigo na revista científica Journal of Experimental Psychology: Applied.

    Os cientistas da Stern Business School, da Universidade de Nova York, e da Smith School of Business, da Universidade de Maryland, ambas nos Estados Unidos, pediram aos participantes dos estudos que examinassem vários cenários e respondessem a quanto gastariam pagando à vista ou usando outras formas de pagamento.

    No primeiro estudo, em que 114 pessoas se depararam com o cenário de uma refeição em um restaurante, os resultados sugeriram que “as pessoas estão mais dispostas a gastar (ou pagar) mais quando usam cartão de crédito que quando pagam à vista”, diz o estudo.

    Para os cientistas, pagar à vista ressalta a “dor de gastar”.

    Dinheiro de brincadeira

    No segundo estudo, 57 participantes estimaram os gastos com alimentos para um almoço de Dia de Ação de Graças, de maneira geral e item por item.

    Os pesquisadores notaram que, independentemente da forma de pagamento, as pessoas tenderam a gastar menos ao detalhar seus gastos minuciosamente.

    No terceiro estudo, 28 participantes que receberam uma lista de compras detalhada pareceram gastar mais se usassem um vale-compras no valor de US$ 50, em vez de US$ 50 em dinheiro.

    No quarto estudo, 130 pessoas receberam uma nota de US$ 1 e um vale-compras no valor de US$ 1. No início, elas pareciam mais dispostas a gastar o vale-compras, disseram os pesquisadores, mas diminuíram seu impulso ao manter o vale-compras na carteira por uma hora – tratando-o como dinheiro em espécie.

    “Os estudos sugerem que formas menos transparentes de pagamento tendem a ser tratadas como dinheiro de brincadeira e são, portanto, mais facilmente usadas”, escreveram os autores.

    Para eles, esta conclusão reforça a necessidade de autoridades advertirem consumidores para “manipulações” capazes de “alterar o comportamento de gastos”.

    Fonte: BBCBrasil.com