Atualizando o conceito de vendedor

empresa Atualmente nos encontramos assessorando alguns clientes na área comercial, e lendo uma reportagem feita por Júlio Augusto Vidotti titulada “Vender é manter relação de confiança” julguei apropriado reproduzir uma parte que julgo fundamental e que temos trabalhado muito para conscientizar nossos clientes.

O artigo completo “Vender é manter relação de confiança” do Júlio Augusto Vidotti que tem 28 anos no mercado tecnológico, é diretor-executivo da BPsolutions, distribuidora de tecnologias e soluções para automação e negócios e escreve mensalmente no Reseller Web, pode ser lido completo clicando aqui.

Segue o trecho que destaco:


A carência de conhecimentos específicos e técnicas de negociação está fazendo com que os profissionais de vendas foquem, cada vez mais, suas vendas em preço e prazo de pagamento, pois não conseguem valorizar os benefícios dos produtos ou serviços que têm em suas mãos para vender. Vender para muitos significa tirar pedido ou ficar esperando que o cliente tome a decisão pela compra.

Mas vender não é isso! Vender é desenvolver uma relação de confiança, acompanhar o projeto de ponta a ponta, demonstrando interesse, procurando conhecer melhor as necessidades e o negócio do cliente e, principalmente, ajudando o cliente a encontrar a solução para seu problema.

Não podemos esquecer que uma boa venda é aquela em que ambas as partes realizam um bom negócio. Ficam satisfeitos o cliente, por poder atender suas necessidade, e o fornecedor, por entregar o produto ou serviço com margens satisfatórias e conquistando mais uma referência no mercado.

Neste caso, o conceito de caro ou barato não existe, e o que fica é a satisfação do preço justo pela qualidade dos produtos, pela confiança dos serviços e o comprometimento do fornecedor


Como está sua agenda

chefe-perdido Inicio de ano ! ? ! ?

Mais ou menos, afinal em 22/jan já vivemos 6% do “ano novo”, e o que conseguimos fazer do que nos propusemos para o “ano novo”?

Notamos que em muitos casos, infelizmente, o avanço não permitirá cumprir a agenda até o final deste ano, com sorte pode ser que se consiga somente no final do próximo ano!

No caso dos executivos constata-se que a maioria aplica seu tempo resolvendo problemas urgentes, mas não vitais para a empresa, fazendo com que os assuntos realmente importantes fiquem urgentes num futuro próximo, criando assim um ciclo.

É importante, se não vital, quebrar esse ciclo e definir claramente quanto do tempo se aplicará em cada tipo de atividade, só assim as organizações atingirão a excelência operacional tão desejada.

O artigo reproduzido a seguir, foi publicado no site Amanhã, e merece uma rápida leitura (para não tomar muito do tempo em sua agenda!!!). Boa leitura.

Agenda lotada de tarefas irrelevantes

Estudo afirma que 60% do tempo diário dos executivos é dedicado a tarefas pouco estratégicas, como preenchimento de relatórios

Os executivos gastam tempo demais resolvendo problemas urgentes, mas não vitais para a companhia. Esta é a conclusão de uma pesquisa feita com funcionários de mil empresas no mundo todo. O estudo, chefiado pelo especialista em liderança Stephen Covey, afirma que 60% do tempo diário é dedicado a tarefas pouco estratégicas, como preenchimento de relatórios. Outros 25% são usados para resolver questões urgentes e importantes – crises inesperadas, por exemplo. Só 15% da agenda é ocupada por rotinas que os organizadores do estudo consideram realmente importantes.

Na visão de Covey, o ideal é que 65% do tempo envolva atividades de grande relevância, mas não prementes, como planejamento e busca de novas oportunidades de negócio. Outros 20% deveriam ser deixados para tarefas importantes e urgentes. O resto – apenas 15% do tempo – serviria para os pequenos abacaxis do dia-a-dia.

Por: Redação de AMANHÃ

Baseado em modelo de Dansette