Transformando negócios

CG12E9 Momentos em que regras de negócios passam por um turbilhão de mudanças devido ao cenário de “crise” faz com que o planejamento das transformações necessárias para a sobrevivência sejam feitas com muito critério.

Artigo de Guilherme Schneider publicada pela B2B levantou esta questão colocando a importância dos seguintes pontos chaves:

  • Alternativas: Quais os caminhos possíveis?
  • Modelo final: Como será a empresa?
  • Capacidades: Como aproveitar a capacidade existente e quais mais serão necessárias?
  • Governança: Como estruturar o que será mudado?
  • Ecossistema: Como as mudanças irão impactar clientes, fornecedores e o meio social
  • Motivação pessoal: Como fazer a equipe se envolver no processo?
  • Plano de negócio: Como gerenciar as mudanças e o progresso?
  • Estratégia: Como será administrado o processo de mudança?

Estas transformações envolvem os gestores, os colaboradores, os parceiros, os clientes e fornecedores e devem ocorrer de forma a permitir a sustentabilidade do empreendimento durante todo o processo de mudança.

A SANNA Consultoria Empresarial oferece assessoria aos empreendedores que buscam transformar seus negócios, aportando a experiência acumulada nos serviços prestados desde 1992, e permitindo que a transformação ocorra com o mínimo de “surpresas”!

Este tema veio a tona com a reportagem publicada pelo B2B Magazine que reproduzo à seguir.



Artigo: Transformação de Negócios

O crescimento da concorrência, rápidas mudanças tecnológicas e a globalização das atividades exercem uma forte pressão no comando das empresas, trazendo com isso uma necessidade cada vez maior de mudanças nos focos de atuação e um comprometimento cada vez maior das atividades da empresa com a visão e objetivos estratégicos que são constantemente definidos e redefinidos em função dos movimentos do mercado.

A transformação de negócio, em sua essência, é definida como uma combinação de estratégia, processos, mudanças organizacionais e desenvolvimento de tecnologias focadas numa visão clara, resultando numa significativa mudança na empresa e claros benefícios financeiros.

Outsourcings, BPOs, fusões e aquisições, investimento em inovação e redução de riscos são apenas alguns exemplos de mecanismos que são utilizados para a transformação de negócios nos dias atuais. Uma dos grandes objetivos destes programas é “como fazer mais, com menos”.

Podemos elencar oito elementos-chave para a estratégia em programas de transformação de negócio:

  • Escopo e Alternativas: Quais caminhos para o nosso objetivo são os melhores a serem seguidos?
  • Target model: Como sua organização irá trabalhar para atingir as estratégias de negócio?
  • Estabelecer capacidades: Como utilizar todas as capacidades da sua equipe? De quais novas capacidades irá precisar? 
  • Governança: Como sua organização irá estruturar as necessidades de mudança? Como irá estabelecer a governança destes cenários?
  • Ecossistema: Como irá impactar seus parceiros de negócio?

    Energizar as pessoas:
    Como você irá mobilizar, motivar e comunicar a sua equipe?
  • Business Case: Como você irá registrar, acompanhar e gerenciar o progresso e realizações?
  • Desenho da Estratégia: Como você irá quebrar esta jornada em etapas menores? Como serão feitos os replanejamentos para acompanhar mudanças?

Ao empreender este tipo de transformação, é preciso ter em mente a necessidade do apoio de toda a liderança da empresa e todas as decisões devem ser claramente e exaustivamente comunicadas a toda organização, em todos os níveis, pois o apoio de todos os setores e níveis da empresa é essencial para o sucesso deste tipo de programa.

Por fim, a melhor maneira de medir o sucesso ou fracasso de um programa de transformação é através de números: crescimento das vendas e da rentabilidade da organização e geração de valor para os seus acionistas e também através de benefícios intangíveis, como um alto índice de satisfação dos consumidores e fortes índices de inovação da empresa.

Um caso muito interessante de transformação de negócio pode ser observado nas grandes mudanças que a Philips sofreu nos últimos 10 anos, se reinventando como uma empresa mais flexível e inovadora, criando soluções e produtos com alto valor agregado, influenciada principalmente pela concorrência asiática de empresas como LG e Samsung. Exemplos como esse mostram como gigantes do mercado têm de se reinventar e sempre acompanhar os movimentos do mercado e da concorrência para não morrerem.

*Guilherme Schneider é gerente da Capgemini, fornecedora francesa de serviços de consultoria, tecnologia e outsourcing


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