Categoria: Tendências

Governança familiar

Networking Sucessão em empresas familiares é tema de diversos livros e artigos, sendo a solução mais aplicada para proteger as empresas nesta situação é a criação de conselhos de administração.

O conselho de administração dita a missão da empresa, e valida as metas a serem atingidas pela gestão da empresa, nesta situação o principal executivo passa a ter de ser aprovado por este conselho e pode ou não um membro da família. Nos casos em que este executivo não atender às expectativas ele será “profissionalmente” afastado, eliminando o problema de lidar com esta situação de forma pessoal.

Os conselhos de administração são formados normalmente pelos membros da família (herdeiros) e em alguns casos por pessoas que notoriamente agregam à tomada de decisão suas bagagens profissionais, mesmo não sendo membros da família.

A disponibilidade de informações gerenciais confiáveis tanto para a equipe de gestores como para os membros do conselho é fundamental para manter o bom andamento da empresa. Estruturar essas informações é de vital importância e a maioria dos sistemas de gestão atuais estão prontos para atender a esta necessidade, mas o importante é definir claramente as informações que serão disponibilizadas para cada “publico”, e é neste momento que a GHERPELLI Consultoria e a SANNA Consultoria Empresarial assessoram tanto as equipes de TI como os gestores e os conselhos quanto a quais informações devem estar disponíveis para cada grupo de usuários.

Um artigo sobre a sucessão de empresas que vale a leitura é reproduzido a seguir, boa leitura.

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Atualizando o conceito de vendedor

empresa Atualmente nos encontramos assessorando alguns clientes na área comercial, e lendo uma reportagem feita por Júlio Augusto Vidotti titulada “Vender é manter relação de confiança” julguei apropriado reproduzir uma parte que julgo fundamental e que temos trabalhado muito para conscientizar nossos clientes.

O artigo completo “Vender é manter relação de confiança” do Júlio Augusto Vidotti que tem 28 anos no mercado tecnológico, é diretor-executivo da BPsolutions, distribuidora de tecnologias e soluções para automação e negócios e escreve mensalmente no Reseller Web, pode ser lido completo clicando aqui.

Segue o trecho que destaco:


A carência de conhecimentos específicos e técnicas de negociação está fazendo com que os profissionais de vendas foquem, cada vez mais, suas vendas em preço e prazo de pagamento, pois não conseguem valorizar os benefícios dos produtos ou serviços que têm em suas mãos para vender. Vender para muitos significa tirar pedido ou ficar esperando que o cliente tome a decisão pela compra.

Mas vender não é isso! Vender é desenvolver uma relação de confiança, acompanhar o projeto de ponta a ponta, demonstrando interesse, procurando conhecer melhor as necessidades e o negócio do cliente e, principalmente, ajudando o cliente a encontrar a solução para seu problema.

Não podemos esquecer que uma boa venda é aquela em que ambas as partes realizam um bom negócio. Ficam satisfeitos o cliente, por poder atender suas necessidade, e o fornecedor, por entregar o produto ou serviço com margens satisfatórias e conquistando mais uma referência no mercado.

Neste caso, o conceito de caro ou barato não existe, e o que fica é a satisfação do preço justo pela qualidade dos produtos, pela confiança dos serviços e o comprometimento do fornecedor


Crise = Inteligência nos negócios

law2 Vamos considerar que a crise chegou realmente. Desistir não é a solução, o caminho agora é usar ainda mais a inteligência para se manter nos negócios.

Com base nesta teoria é que as ferramentas de BI (business intelligence = inteligência de negócios) ganham força, mas encontram como barreira ambientes em que as estruturas básicas de gestão ainda não se encontram boas o suficiente para permitir a aderência das soluções de BI.

Novamente haverá uma corrida para ajustar sistemas, procedimentos e implementar ferramentas de BI para tentar evitar o impacto de uma nova crise anunciada.

A GHERPELLI Consultoria e a SANNA Consultoria Empresarial, estão já prontas para atender a esta demanda por assessoria na revisão de sistemas de gestão e implantação de soluções de BI. Acesse nossos sites e não deixe de entrar em contato para podermos avaliar como poderemos ajudar.

A seguir reproduzo artigo comentando da expectativa com relação a adição de BI publicada no portal da Reseller Web.

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Trabalho remoto melhora produtividade

[img:teletrabalho.jpg,full,alinhar_dir_caixa]Pesquisa aponta que eliminar o tempo de locomoção do domicílio até o trabalho resulta em mais tempo de trabalho e funcionários mais satisfeitos.

Funcionários que desejam que seus empregadores permitam que trabalhem de casa agora têm mais razões para incluir no business case o trabalho remoto, de acordo com uma nova pesquisa conduzida pela Comp TIA.

A pesquisa baseada na web, que se dedicou a explorar os benefícios de negócio e desafios do trabalho remoto, descobriu que organizações que dão aos seus funcionários a flexibilidade de trabalhar em casa registram melhora de produtividade como o maior benefício. Eles dizem que as melhorias de produtividade são resultado da redução do tempo do funcionário em trânsito.

Quase 60% dos respondentes apontaram a redução de custos como outro benefício significativo. As resposta para quanto pouparam ao permitir que o trabalho remoto variou muito, mas resultou em uma média de US$ 695,752. A redução de custo é proveniente do não pagamento de despesas com carros, tal como reembolso de quilometragem ou com outros materiais de escritório. A Comp TIA nota ainda que um número significativo de respondentes não sabe quanto suas organizações pouparam por deixar os funcionários trabalharem em casa.

Outras vantagens do trabalho remoto citadas pelos respondentes:

  • A habilidade de contratar a equipe mais bem qualificada, independente de onde está localizada (apostado por 39% dos respondentes)
  • Taxas de retenção mais altas (37%)
  • Redução do estresse dos funcionários (25%)
  • Habilidade de reduzir as emissões de gás carbônico (17%)

Quando questionados sobre qual o maior desafio que o trabalho remoto apresenta à organização, mais da metade (53%) responderam segurança corporativa dos sistemas de informação. Notadamente, muitos responderam que os desafios eram mais técnicos do que gerenciais.

Limitar o uso de dispositivos sem suporte ou não autorizados foi eleito o segundo maior desafio, por 38% dos respondentes, seguido pela dificuldade de controlar o uso pessoal de dispositivos móveis da corporação (33%); supervisionar os trabalhadores de níveis mais baixos (32%); suportar diferentes dispositivos móveis, tais como BlackBerrys, iPhones e Treos, (30%); e integrar esses dispositivos com os com outros sistemas corporativos (27%).

Respondentes notaram que suas organizações têm tomado medidas para resolver esses desafios que o trabalho remoto representa: Têm melhorado os circuitos de redes, equipamentos VPN e softwares de clientes VIP. Eles também expandiram o treinamento de segurança e implementado novas tecnologias de virtualização.

Fonte: Anefac – CIO (EUA) – Publicada em 08 de outubro de 2008

Baseado em modelo de Dansette